Workshop Dragon Dreaming –

Para realização de projetos autênticos: Workshop Dragon Dreaming!

Modelo de Gestão e realização de projetos aconteceu na Semana de Design, no Museu Oscar Niemeyer, ministrada por Rafael Souza, da Design ao Vivo

 

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Para realizar projetos, pessoas que buscam empreender,  a exemplo de jovens egressos que buscam cursos de empreendedorismo para fazer nascer a sua iniciativa.

O Dragon Dreaming é uma ferramenta que ajuda a tirar o projeto da cabeça e torná-lo real.

Uma abordagem de sistemas vivos para construir organizações e projetos bem sucedidos e sustentáveis.

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DRAGON-DREAMING-LOGOPara sairmos do status quo e criarmos soluções realmente inovadoras para os desafios sociais e ambientais que nosso planeta tem hoje, é necessário não apenas desenvolver projetos diferentes, mas que também são desenvolvidos a partir de uma estrutura diferente.

Percebemos a cada dia mais a necessidade de se criar ambientes mais humanos em nosso ambiente de trabalho, que contemplem o aspecto do Design no âmbito em que considera importante os diferentes “universos” de uma empresa ou projeto. Conectar a visão de quem cria, planeja, executa, vende e compra são essenciais para quem quer inovar no mercado, desenvolvendo produtos e serviços que contemplem as necessidades do consumidor sem deixar de lado a responsabilidade em relação à sustentabilidade, ambiental, econômica, social, cultural e corporativa.

Em setembro, a Design ao Vivo realizou o workshop do DD, e novo workshop gratuito aconteceu em 04 de novembro, às 9h00 na Semana D+


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Se oferece o Workshop e Curso Introdutório deste modelo de Gestão e Design de projetos Dragon Dreaming, para projetos em construção, como um método para o desenvolvimento e a realização de projetos criativos, colaborativos e sustentáveis,

Tem sido utilizado há mais de 20 anos em projetos sociais, ambientais, institucionais e no planejamento estratégico participativo e consensual para o desenvolvimento comunitário na Austrália, África, Papua Nova Guiné, Europa e Brasil. A partir de três princípios, desenvolvimento humano, desenvolvimento de comunidades ou de senso de comunidade e serviço a Terra, a metodologia busca contemplar de maneira sistêmica os diferentes pontos de vista necessário para a criação de serviços e produtos mais inteligentes, inovadores e que sejam realmente sustentáveis.

 

Interessados já podem solicitar o workshop interno a empresas ou grupos de trabalho!

Mais informações no contato@designaovivo.com.br

ECONOMIA E ECODESIGN – Módulo 7 Programa de Ecodesign

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E possível uma nova Economia!

Como podemos gerar uma nova economia?

Por Rafael Souza
Neste último fim de semana o tema trabalhado em nosso programa foi a Economia dentro da perspectiva da Sustentabilidade e da prática do Ecodesign. Uma temática super importante por oferecer aos alunos a possibilidade de criar interfaces de comunicação com os diferentes setores da economia, mostrando a importância de se internalizar os fatores sociais e econômicos no planejamento estratégico das empresas.

Nosso módulo foi dividido em três momentos distintos:

Na quinta feira tivemos a presença da querida Ana Lizete Farias. A Geóloga com mestrado em Gestão ambiental nos mostrou a prática da sustentabilidade corporativa e os movimentos que vem acontecendo no mundo nos últimos anos, demonstrando os avanços da temática dentro das grandes corporações. Nos mostrou os referenciais atuais de grandes empresas, falou  da utilidade das certificações e como a Bolsa de Valores tem movimentado a gestao para alcancar indicadores e elevar a pontuacao do Indice Dow Jones – algo detalhado em roda de conversa com o amigo Sergio Akira, do departamento de sustentabilidade da Copel.  Um dos temas específicos abordados foi o Capitalismo Natural (Paul Hawken e Amory e Hunter Lovins), a partir da “Declaração de Carnoules” e os estudos do Fator 4 e Fator 10, que apresentam a necessidade de um aumento de 900% na Ecoeficiência dos processos produtivos até 2050. Desta forma, mostrando a importância de se contemplar os aspectos sociais e ambientais no planejamento das empresas e as vantagens competitivas desta, Ana pôde nos apresentar bases substanciais para situar na dimensão econômica, as vantagens do trabalho em Ecodesign.

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Foram mais de 30 pessoas assistir a palestra do Prof. Eloy no Escritório Verde, inclusive os alunos de Gestao Ambiental da Estacão Business School, alunos da Profa. Ana Lizete

 

Sexta feira foi o dia de falarmos sobre Economia de Projetos Sustentáveis, apresentando o caso do “Escritório Verde”. Tivemos a oportunidade de  ouvir palestra e conversar com o Diretor do espaço, Prof. Phd Eloy Casagrande Jr, que nos mostrou os impactos social e ambiental de empreendimentos na área de construção civil, desde seu processo de construção até sua manutenção, alem de dados consistentes relativos a consumo de energia e água ao longo do tempo. Ele mostrou vários dados em relação à emissão de Dióxido de Carbono média entre os diferentes tipos de materiais usados na construção civil, mostrando a importância da pesquisa de materiais, bem como da procedência do material utilizado na obra. Através do projeto do Escritório, o professor apresentou as vantagens econômicas de se aplicar os conceitos de sustentabilidade dentro de projetos dessa área, desde a escolha do material, a aplicação devida dos conceitos de conforto térmico e o uso de novas técnicas construtivas, para melhorar a geração de resíduos e o consumo de energia de casas e prédios comerciais e residenciais. Desta forma, desconstruindo os mitos que ainda existem em relação à diferença de valor entre projetos de obras convencionais e sustentáveis, apresentou, com seu próprio projeto, como uma casa sustentável, além de contribuir social e ambientalmente, pode também ser vantajosa economicamente.

 

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Para finalizar o fim de semana, passamos o sábado com nossa querida Edite Faganello, pedagoga e uma das coordenadora do Educação Gaia no Paraná, conversando sobre a história, os conceitos e a importância da prática da Economia Solidária para a sustentabilidade. Durante todo o dia, tivemos a oportunidade de nos empoderar de nossos próprios talentos e viver as técnicas e acordos envolvidos dentro de uma cultura de ganha-ganha. Edite nos apresentou as diferenças entre a economia atual e a economia solidária, mostrando os princípios que norteiam esta modalidade econômica e a importância da prática para a sustentabilidade e emancipação social de diferentes comunidades ao redor do mundo. A pedagoga nos apresentou diferentes exemplos de comunidades, que se uniram e adotaram uma moeda social e como esta foi importante para manter e potencializar a economia local destes territórios. Através de práticas de feira de talentos e de trocas, percebemos a riqueza da vida em comunidade e da consciência de interdependência, e, como nos conectando em rede, cada um com suas habilidades e talentos, podemos atender a uma série de necessidades ganhando autonomia, as quais, atualmente, somos dependentes do estado e do mercado.

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 O modulo aconteceu na NATURO BARIGUI, com o olhar sensível e participação da Vivian Koch.

Três visões diferentes, três diferentes formas pelas quais os conceitos de sustentabilidade estão se inserindo pela esfera da economia e impactando de forma profunda a sustentabilidade social e ambiental. Seja através do empoderamento de novos modelos econômicos, seja pela releitura e aprimoramento da economia atual. O módulo foi de extrema importância para o entendimento de como um mundo mais sustentável já é possível e, principalmente, da nossa importância como Ecodesigners para a criação desta nova realidade.

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Como educar para mudar a atitude do consumidor

Ai é que sentimos a importância da Comunicação e da Educação para o consumo consciente.

Por Bernadete Brandão

 

8980_10152618653502991_8196431301409875792_n Eis que pessoalmente entro numa escola de ensino fundamental reconhecida de Curitiba para votar no dia das eleições e olha o que vejo na janela da cantina? Uma pequena frase de estímulo ” Consumo consciente: Respeito à sociedade e ao meio ambiente”. Que tal?  Por trás está um balcão lotado de junk food, com embalagens de plástico aluminizado. Bem, fiquei sem palavras. Tudo de bom e saudável que podemos ensinar a crianças fica muito prejudicado quando não há o cuidado e a coerência necessária para esta mudança.

[claro, buscando ser ética, mas sem perder a oportunidade, escondi cuidadosamente a marca da escola, pois não há sentido em expor o equivocado].

Como fazer para ensinar crianças e adolescentes a terem uma ‘boa atitude’, e quais seriam estas, diante da ambiguidade atual? Onde os termos usados ‘sustentabilidade’, ‘responsabilidade social’ e outros são defendidos dentro de uma lógica capitalista, estimulando exatamente o contrário e com sentido duplo…

 

Por pesquisa realizada pela agência inglesa Futura, há três tipos de consumidores, no comportamento em relação a consumo e a atitude sustentável [informação bem útil pra quem realiza projetos ecosustentáveis e planeja a publicidade destes eco-produtos:

1- PIONEIRO: este consumidor conhece o assunto, tem iniciativa, busca pela informação, experimenta o novo, explora as possibilidades, tem compromisso com o impacto que gera. [em 2008 era cerca de 8% da população mundial, em pesquisa realizada em mais 80 países, há variações de acordo com o desenvolvimento]. A imagem se refere aos desbravadores, que saíram de seus países em busca de novas terras e de um mundo novo.

2- EXTRATIVISTA: este consumidor quer ganhar vantagens em sua compra, seja monetária, ou de oportunidade. Propriamente não se preocupa com o meio ambiente, e o social e nem o modo de como são obtidas as coisas. A imagem se refere aqueles que, após saberem de novas terras, se arriscavam para tirar vantagens e fazer riqueza pessoal]

3- SEGUIDOR DE TENDÊNCIA: este é aquele que segue a moda, propriamente não tem opinião própria, mas tendências, que precisam ser afirmadas por ídolos. A exemplo de sua majestade, a rainha da Inglaterra, que colocou em 2008 centrais solares no castelo para economia de energia, e a população ‘copiou’ sua atitude em massa. Até mesmo, a ‘posição das placas’ solares em relação ao imóvel, muitas vezes sem levar em conta a posição do sol…

Conhecendo esta informação, como podemos trabalhar com ela, estimulando corretamente o consumo, de crianças e adultos?

Informações atuais trazidas para o curso Programa de Ecodesign pelo Prof. Msc. Márcio Dupont sobre Consumo Consciente:

– Na Europa, os números da pesquisa sobre Consumo, mostra maior engajamento à atividades sustentáveis em 18% de Ativistas, compreendendo o grupo de Engajados, Responsáveis e Preocupados, que tem como característica serem profundamente comprometidos, e portanto, exigem do mercado [empresas de produtos, comércio e serviços] qualidade na informação e evidência sobre a confiança; há o grupo de Otimistas, em 21%, os quais são compromissados e aspiram sentir-se bem – compreende o grupo de pessoas interessadas, confiantes e as que seguem a moda e as tendências. Ou seja, quase quarenta por cento destes consumidores estão ativos no consumo que protege, que preserva, que cultiva o meio ambiente e as comunidades produtoras ligadas a atividades sutentáveis.

Já a realidade do consumo no Brasil está distinta, em 2005, o consumo de produtos orgânicos e sustentáveis e atitude em relação à energia, combustível, lixo, reciclagem e outros, tinha 7% de engajados e conscientes, e este número diminuiu para 5% em 2009, e permanece assim até hoje.  Assim, uma das formas de atingir adultos e crianças seria mostrando ao próprio consumidor brasileiro como está a sua ação atual de consumo, comportamento e atitude em relação às diversas questões relacionadas a consumo, impacto social e ambiental, onde começa um ciclo virtuoso de consumo, com objetivos de preservar e circular produtos sustentáveis.

A Akatu chegou ao seguintes tipos de consumo: indiferentes, iniciantes, engajados e conscientes

“Esta é uma ferramenta que permite avaliação e tomada de consciência para a transformação de hábitos. Isso é essencial para provocar a mudança na direção de estilos mais sustentáveis de vida”. Que tal vc fazer um teste agora mesmo? http://www.akatu.org.br/Temas/Consumo-Consciente/Posts/Instituto-Akatu-lanca-nova-plataforma-para-o-Teste-do-Consumo-Consciente
<acesso em 12 de janeiro de 2015>
Olha só o resultado do meu teste de consumo: http://tcc.akatu.org.br/index/img?url=facebook%2Fperfil-consciente.png

O outro modo  é disseminar ações necessárias pra adquirirmos a condição de sustentar as ações positivas, e são elas:

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Vamos divulgar? abraço

Sobre o Mercado e Consumo…estruturando a mudança

Como o consumo poderia repercutir positivamente com o planeta e o social?

por Bernadete Brandão e Rafael Souza

 

Vc sabia que no Brasil, apenas 5% dos consumidores são conscientes?  Na Europa, os números da pesquisa sobre Consumo, mostram maior engajamento: 18% de Ativistas, compreendendo o grupo de Engajados, Responsáveis e Preocupados, que tem como característica serem profundamente comprometidos, e portanto, exigem qualidade na informação e evidência sobre a confiança; há o grupo de Otimistas, em 21%, os quais são compromissados e aspiram sentir-se bem – compreende o grupo de pessoas interessadas, confiantes e as que seguem a moda e as tendências. Ou seja, quase quarenta por cento destes consumidores estão ativos no consumo que protege, que preserva, que cultiva o meio ambiente e as comunidades produtoras ligadas a atividades sustentáveis.

E então, sentimos a grandeza e importância de trazermos atividades, projetos, serviços e produtos eco-sustentáveis, objetivo principal do curso Programa de ECODESIGN, como uma forma de ativar um ‘círculo virtuoso de produção e consumo’ e oferecer ao consumidor oportunidade de participar positivamente através de seu ato.

Após os módulos de Ferramentas em Ecodesign e Inovação Social, quando pudemos refletir sobre diferentes metodologias para identificar grupos inovadores e desenvolver estratégias de inovação para a sustentabilidade, contamos com toda a experiência do mestre em Design de Produtos Sustentáveis e pesquisador em Design Universal e para a Saúde, Márcio Dupont, facilitando o módulo 6 do Programa de Ecodesign: O Mercado e O Consumo.

Grupo de aula com Márcio Dupont na Loja Album Hits. Participando em nós mesmo a mudança de consumo: Café compartilhado enriquecendo a todos

Grupo de aula com Márcio Dupont na Loja Album Hits. Participando e sendo nós mesmos a mudança de consumo: Café compartilhado enriquecendo a todos

Neste módulo tivemos a experiência criativa em dois novos espaços! Durante a quinta e sexta a noite fizemos uma transformação na Loja Álbum Design Hits, da nossa querida aluna Gabi Garcez e seu companheiro Vinicius, em sala de aula. No sábado foi a vez de compartilharmos o belo espaço da aluna Manuela Lamego, para concluirmos o nosso módulo!

Marcio separou sua aula em 3 momentos, conceituando primeiramente o Design propriamente dito e as qualidades intrínsecas, destacando que originalmente, o social e meio ambiente sempre fizeram parte dos métodos, dentro da perspectiva da sustentabilidade e da universalização do acesso à área, para posteriormente falar sobre Mercado, citando e aprofundando as questões referentes à sustentabilidade nas empresas e projetos, apresentando modelos inadaptáveis, e também os adequados, a exemplo do mercado ético e responsável – o Fair Trade, bem como a sustentabilidade interna e externa das empresas, e como a prática do Ecodesign pode contribuir e promover o alinhamento.

No sábado, para concluir a facilitação de nosso professor, trabalhamos a o Consumo visando a sustentabilidade, em formas de comunicação para o consumo consciente – usando por exemplo, a História do Produto’, a rastreabilidade de produtos e selo, círculo virtuoso de consumo, entre outros conceitos que vem trazendo forma e estrutura para o desenvolvimento do Mercado de Consumo Sustentável.

Além disto, para fechar o módulo 6, fizemos um processo de produção criativa para construirmos, colaborativamente, nossa obra para participar da seleção Bienal de Florianópolis, que será realizada em Maio de 2015.

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Da esquerda para a direita, Márcio ensinando com despojamento na loja Album Hits, da designer de moda  Gabi Duarte e no escritório da designer de interiores, Manuela Lamego.

Agora, continuaremos trabalhando todos os novos conceitos percepções do Ecodesign em nossas tutorias, enquanto nos preparamos para o módulo 7 de nosso programa: Economia e Ecodesign!

 

PROGRAMA DE ECODESIGN: Módulo 6 – Mercado e Consumo

Por Rafael Souza

Após os módulos de Ferramentas em Ecodesign e Inovação Social, quando pudemos refletir sobre diferentes metodologias para identificar inovações e desenvolver estratégias de inovação para a sustentabilidade, chegou a hora de falarmos sobre o MERCADO e CONSUMO na perspectiva da sustentabilidade.

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E o convidado para ministrar o módulo 6 de nossa programa, será o mestre em Design de Produtos Sustentáveis, Márcio Dupont.

Qual é a importância e os impactos do consumo na sociedade? Qual é a relação entre o consumo e a sociedade e como isto esta relação está se desenvolvendo como um todo na sociedade?Como nós, como ecodesigners, podemos projetar para o mercado oportunidades para o desenvolvimento de um ciclo virtuoso?

Neste módulo vamos trabalhar o mercado e o consumo abordando e, através de  dados de consumo do mercado convencional e o mercado de consumo responsável, ético e solidário, refletir sobre como estabelecer formas de relação com o mercado e como apoiar o movimento e iniciativas inovadoras para a sustentabilidade.

Serão trabalhados e refletidos conceitos de consumo visando a sustentabilidade, em formas de comunicação para o consumo consciente,  Fair Trade, ratreabilidade de produtos e selo, círculo virtuoso de consumo, entre outros conceitos que vem trazendo forma e estrutura para o desenvolvimento do mercado de consumo sustentável.

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 O local que receberá o curso neste momento será a ALBUM DESIGN HITS, numa parceria ‘win-win’ com a Escola Design ao Vivo, através da proprietária Gabi Garcez Duarte, que tem um olhar especial para a cadeia produtiva da moda.

 

 

Um ótima opção para empreendedores de diferentes áreas, antenados nas novas tendências e necessidades do atual contexto social e ambiental e que querem desenvolver seus projetos e empreendimentos com bases para desenvolver estratégias de mercado para um consumo mais consciente e responsável.

 

Além do módulo 6 do Programa de Ecodesign, Márcio Dupont vai aproveitar sua passagem por Curitiba para realizar o workshop Design Universal, onde abordará diferentes temáticas e estratégias relacionadas para refletirmos e potencializarmos a dimensão da Acessibilidade em diferentes projetos e empreendimentos nas mais diversas áreas, desde produtos médicos, linha eletro, automóveis, arquitetura urbana, entre outros: até amigabilidade – PARA TUDO E TODOS.

 

Para saber mais entre em contato pelo e-mail: contato@designaovivo.com.br ou pelo telefone, 4196271914.

Design para Inovação Social e Sustentável

Por Rafael Souza

“Se você olhar cuidadosamente… além do fluxo principal, além dos comportamentos padrões, além do pensamento convencional, aí surge a Inovação Social. Alguns sinais interessantes aparecem, indivíduos e comunidades que se auto-organizaram agem a partir da diferença: O Design para Inovação Social e a Sustentabilidade !

Após o módulo de Ferramentas em Ecodesign, onde vimos diversas ferramentas estratégicas e pró-operativas em Ecodesign, e metodologias de criação para a Sustentabilidade, tivemos a oportunidade de receber a designer e doutora pela Polimi – IT,  Liliane Iten Chaves, para compartilhar suas experiências e falar sobre o Ecodesign e a Inovação Social.

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Rafael, Alexandre e Luan apresentando sua análise

Liliane  nos mostrou vários cases de inovação social, além de ferramentas, as quais podemos usar para identifica-las e utilizar desta abordagem para o desenvolvimento de  produtos e serviços. Como uma onda, há um movimento, um caminho para a sustentabilidade.

Utilizando como referência o livro “Design para a inovação social e sustentabilidade”, de Ezio Manzini, refletimos sobre a importância do ‘Bem-Comum e do Tempo Contemplativo’ para a sustentabilidade e em como o entendimento de bem-estar como produto e acesso pode levar à insustentabilidades, ao contrário do que imaginam os desavisados. Comentou sobre o ‘efeito Bumerange’: pro exemplo, ao se propor o uso de uma embalagem usada, como o PET para reciclagem e transformação em fio para tecidos e roupa, isto pode se ornar ‘objeto de moda’ e o consumo aumentar tanto, a ponto de que jovens irão querer consumir mais refrigerante, para produzir mais camisetas. A ponto de a indústria se interessar pela matéria prima, que será comprada sem nem passar pelo processo em si.

Liliane nos apresentou também o “Fator 10”, que visa aumentar em 10 vezes a eco-eficiência no processo produtivo  nos próximos 30 anos, onde a sociedade passe a consumir 10% dos recursos que usamos hoje em dia e, desta forma, consiga promover  o progresso das gerações presentes e garantir o acesso a bens naturais para as gerações futuras.

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Momentos de descanso e contemplação durante o sábado, com Gabi Duarte

Refletindo sobre a importância da Inovação Social na perspectiva da do Meio ambiente e tratamentos de resíduos, fomos conhecer a  Unidade de Valorização de Resíduos (UVR) gerida pelo IPCC – Instituto Pró-cidadania de Curitiba,  para saber como funciona o processo de destinação dos resíduos sólidos na cidade, observando o processo de separação dos resíduos bem como identificando desafios e oportunidades do segmento, para o desenvolvimento de projetos.

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Imagens da UVR – Unidade de Valorização do Lixo – IPCC

Após passarmos  pelos conceitos e identificar oportunidades dentro das temáticas de “lixo” e “embalagem”, Liliane nos mostrou diferentes ferramentas de pesquisa e identificação  de realidades de Inovações Sociais, como Mapa de sistemas, Blue Print e a aplicação destas em análise de produtos e serviços.

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 Blue print em exercício, analisando os ‘pontos de contato com a população de um bairro’ quando em pesquisa de observação de um grupo de fotógrafos urbanos

 

A medida que os módulos vão passando, vamos conseguindo observar de maneira mais clara este novo horizonte do desenvolvimento profundamente ético e sustentável.

Tudo isto acontecendo na UEXP, lugar de paz e expansão de conhecimentos. Após todo os conhecimentos apreendidos com a professora Liliane, seguímos para o módulo 6 – Mercado e Consumo em Ecodesign, com o professor e pesquisador em design sustentável, Márcio Dupont, mestre em Sustainable Product Design, pela Bournemouth University, Inglaterra (2004)! Aguardem!

Ferramentas para o Ecodesign, as possibilidades de mudança

 

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Sempre que entramos em criação é tenso e lúdico ao mesmo tempo. Assim é, em Ferramentas para o Ecodesign, uma experiência especial no Módulo 4 do Programa de Ecodesign.

Ocorreu de 21 à 24 de agosto, o quarto módulo de Programa de Ecodesign, com a ecodesigner e coordenadora do curso Bernadete Brandão.

Foram apresentadas diversas ferramentas e metodologias, desde métodos para apoiar a Gestão Estratégica e Sustentável, o TNS – The Natural Step e o MDL – Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, passando por ferramentas de diagnóstico de produto e processo ACV – Análise de ciclo de vida e GER – Gerenciamento de resíduos. Elementos de anáse se tornam itens de observação de impacto a serem refletidos e incluídos desde o projeto do produto, criando condições de argumentos com o time interno das empresas para as quais prestamos serviços. ” Energia, Água, Comunidade, Biodiversidade, Florestas, Qualidade do ar e do solo”. E então, por vezes as  coisas ficam duras, sérias e responsáveis, ecodesigners trabalhando com dados que certamente mudarão o rumo da vida das pessoas, do mercado, das empresas e o planeta.

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Para exemplos a praticar, conceituamos sobre EMBALAGEM E MODA. Era a vez dos métodos criativos_ Biomimetismo (para saber mais sobre Biomimetismo, clique aqui), para soluções inovadoras baseadas na natureza.

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Almoço em locais agradáveis e naturais, e de lá as coisas ficaram bem divertidas.!! Qual é o ‘meme’ de uma flor e por que tem formatos e cores diferentes?

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Sementes que viram ‘embalagens’ de algo muito precioso, ou seriam ‘roupas de árvores bebê’ ? Conjecturas… Como e por que uma semente precisa se defender  com espinhos? Existem situações semelhantes onde isto seria ùtil?

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E… que tal que a roupa fosse viva, e biodegradável?… e por que não?

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Agradecemos as fotos de Luan Valloto e Daniela Teodósio.

 

 

A experiência especial trazida por Cyntia Malaguti no Módulo 3: Ética para o Futuro.

Saiba como foi para nós, a experiência especial trazida por Cyntia Malaguti no Módulo 3: Ética para o Futuro.

No último dia 17 demos início ao terceiro módulo de Programa de Ecodesign, e neste módulo foi a vez da Designer Cyntia Malaguti falar sobre Ética para o futuro.

 

Aprofundamos no entendimento da Ética e a importância desta para a construção de valores na sociedade, discutimos sobre o impacto destes valores em relação à sustentabilidade e desenvolvimento,  quais as implicações desses para o design. Foram trazidos diversos casos reais de construção coletiva de valores dando sentido a ética, assim como ‘dilemas’ para serem refletidos, e alguns casos de ‘falta de valores e impedimento de participação do coletivo.

Como foi que chegamos ao ponto que estamos, no consumo e na falta de contato com os processos e a natureza?

Como é o caso do MAR DE ARAL desastre ambiental ocorrido na Ásia Central, resultado do processo de irrigação das estepes para o plantio desordenado de algodão – na forma de monocultura, e que transformou a região do Mar de Aral em um imenso deserto, gerando sérios impactos ambientais e sociais. [veja em https://www.youtube.com/watch?v=ZvB3YC67Y1w]

Em contrário, Cyntia nos trouxe um filme divertido mostrando a construção de uma ética durante uma situação que atinge uma comunidade: O filme DOT.COM, filme português que fala de interesses e direitos de um site de um pequeno vilarejo e os interesses uma grande empresa espanhola de água que acredita ter a prioridade do nome patenteado da marca. Muito bom! [disponível na internet: https://www.youtube.com/watch?v=3j0AiyKr-Ag]

Cyntia nos mostrou também no processo histórico do Design os aspectos da ética, desde movimentos ocorridos no início da revolução industrial, com John Ruskin e Willian Morris, até movimentos atuais. Apoiado em requisitos sócio-ambientais desde o início, mostrando os principais precursores e contextos, bem como seus dilemas éticos e as propostas, mostrando casos práticos e aplicação da ética no design para a sustentabilidade.

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Além do módulo do programa de Ecodesign, a professora também facilitou o workshop Inovação e Valores. Design: saia da sala de espera! onde abordou o tema sobre a postura do designer na geração da inovação e a importância em se reconhecer o ambiente, sua cultura e valores antes de determinar a linguagem de um projeto. Nisto trouxe o exemplo de Tomáz Maldonado para balizar uma ética para projetos.

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Um trabalho de extrema importância para a formação deste novo grupo de ecodesigners que está se formando!

Agora com toda está bagagem, que é aplicada com práticas  em nossas tutorias semanais, seguimos para o próximos módulos com Bernadete Brandão, falando sobre Ferramentas para o Ecodesign (inscrições abertas, para saber mais clique aqui), , Liliane Iten Chaves na Inovação social e Marcio Dupont – o Mercado e o Consumo!

Vamos participar no próximo módulo?

Para se inscrever, clique aqui.

Dúvidas ou mais informações, entre em contato com a gente: contato@designaovivo.com.br ou através do cel 41.96271914 [tim] e 41.30164877

 

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Entrevista

Ferramentas em Ecodesign

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Neste módulo iremos mostrar diferentes ferramentas que poderão ajudar e perceber o quanto seu projeto está impactando ou não o meio ambiente e o social.

Com foco em promover conhecimentos para que os projetos sejam cada vez mais éticos e sustentáveis, o Programa de Ecodesign traz agora no seu quarto módulo: Ferramentas em Ecodesign.

Uma série de ferramentas serão trabalhadas para diagnosticar, avaliar, criar e indicar ações em produtos, processos e sistemas e dar condições de mudanças no mercado e consumo. Como levantar, cruzar e integrar dados para aplicação. Levantamento de indicadores e diagnóstico. Matérias primas, processos tecnológicos industriais, certificações, consumo e geração de resíduos. O conceito de parques eco-tecnológicos.

São diversas ferramentas e metodologias: ACV – Análise de ciclo de vida, GER – Gerenciamento de resíduos, MDL – Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, CRADLE TO CRADLE; e metodos utilizadas para a Sustentabilidade: PSS – Politécnico de Milão, The Natural Step, a Pegada Ecológica, Zeri, DLIS e outros. E mais: os métodos criativos como o Biomimetismo (para saber mais sobre Biomimetismo, clique aqui), para soluções inovadoras baseadas na natureza.

Essas temáticas serão apresentadas pela coordenadora do curso Bernadete Brandão, para os alunos que já estão participando do Programa e para os que querem começar agora. Na verdade, a Design ao Vivo oferece esta opção de engajamento durante o curso para um aperfeiçoamento ou atualização, cada aluno escolhe quais módulos quer participar de acordo com a sua necessidade.

Uma ótima oportunidade para quem quer se atualizar, buscar novos conhecimentos e trocar experiências com um grupo muito bacana.

Vamos lá?post-modulo-6-alterado
Dúvidas? Converse com a gente, estaremos felizes em respondê-los:
contato@designaovivo.com.br

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Entrevista

Conversa no programa Revista Curitiba

EntrevistaNova entrevista na OTV no programa Revista Curitiba.

Bernadete Brandão participa de conversa com o tema: Soluções para o meio ambiente.

Desta vez, o entrevistador Felix Calderaro trouxe o meio ambiente como assunto no programa Revista Curitiba que foi ao ar no dia 07/07/2014. A nossa queridíssima ecodesigner e coordenadora da Design ao Vivo, aproveitou a oportunidade para comentar da importância da estratégia aumento de duração de um produto ou material, na reciclagem de resíduos para evitar o consumo de matérias primas novas, quando isto for adequado”. Outra estratégia que ela indicou é a de “processo produtivo natural”, que incentiva a cadeia produtiva natural, benefício social e para o meio ambiente, entre outros. Essas estratégias são trabalhadas em diversos cursos e workshops oferecidos pela Design ao Vivo, sendo foco do Programa de Ecodesign que está com as inscrições abertas para o seu terceiro módulo (saiba mais aqui).

Vamos saber como foi a conversa? Para assistir, basta clicar aqui ou ainda sobre a imagem abaixo.

Entrevista

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