Design ao Vivo promove palestra aberta sobre ACV – Avaliação de Ciclo de Vida

Como saber se um produto é de fato ECOLÓGICO, qual o grau de sustentabilidade, quais os impactos que são gerados no nível ambiental, social e econômico?

 

Na quinta de abril, dia 16, a Design ao Vivo realizou a palestra aberta “Avaliação de Ciclo de Vida – ACV”, ministrada por Paola Karina, Doutora em Innovation, Accounting, Environment and Finance pela Universidade G. DAnnunzio, e faz parte da equipe de pesquisa da Phd. Cássia Ugaya, na Utfpr.


A ACV é uma ferramenta de avaliação do desempenho de produtos ao longo de todo o seu ciclo de vida – do berço ao túmulo. O diagnóstico percorre todo o processo, desde a extração dos recursos naturais, passando por todos os elos industriais de sua cadeia produtiva, pela sua distribuição e uso, até sua disposição final, avaliando os seguintes itens: energia, água, Co2, combustível fóssil em cada uma das etapas, além de considerar perdas e ganhos do ponto de vista social e econômico. Atualmente são dados de base para a certificação da ISO 14.040.

Os passos da ACV estão internacionalmente padronizados pela Society of Environmental Toxicology and Chemistry (SETAC) e pela International Organization of Standardization (ISO), compõem-se das fases interativas de Definição do Objetivo e Escopo, Análise do Inventário, Avaliação de Impactos do Ciclo de Vida e Interpretação.

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Recorte – Avaliação de ciclo de vida

Desta forma, a técnica pode ser utilizada em diferentes aspectos do desenvolvimento de um produto como:
– Desenvolvimento e melhoria do produto;
– Definição de planejamentos estratégicos e políticas públicas;
– Gestão de impactos ambientais de produtos e serviços e;
– Marketing ecológico responsável.

De acordo com a Norma ISO 14040: “A Avaliação de Ciclo de Vida é uma técnica de Gestão Ambiental para determinar os aspectos ambientais e impactos potenciais associados a um produto: juntando um inventário de todas as entradas e saídas relevantes do sistema, avaliando os impactos ambientais potenciais associados a essas entradas e saídas, e interpretando os resultados das fases de inventário e impacto em relação com os objetivos de estudo”. É possível medir produtos e processos industriais relativos, em recorte de localização, matriz energética, favorecimentos geográficos.

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Ciclo de vida de produtos: Entradas e Saídas e os limites do sistema

 

Segundo a UNEP (2003), se apresentam as categorias de impacto em que os dados do inventário podem ser classificados, separando-as em categorias de entrada e saída, relacionando a cada uma delas os possíveis indicadores gerados. Em Categorias relacionadas a Entrada temos Extração de Recursos abióticos e consequente Escassez de recursos, e Extração de recursos bióticos, Escassez de recursos, considerando a taxa de reposição.

Categorias de impacto

Possível indicador

Categorias relacionadas a Entrada
Extração de Recursos abióticos Escassez de recursos
Extração de recursos bióticos Escassez de recursos, considerando a taxa de reposição
Categorias relacionadas a saída
Mudanças climáticas Kg de CO2 como unidade de equivalência para o potencial de Aquecimento Global
Destruição do ozônio estratosférico Kg de CFC-11 como unidade de equivalência para o potencial de destruição do ozônio
Toxicidade humana Potencial de toxicidade humana
Eco-toxicidade Potencial de Eco-toxicidade
Formação de foto-oxidantes Kg de eteno como unidade de equivalência para potencial de criação fotoquímica de ozônio
Acidificação Liberação de H + como unidade de equivalência para o potencial de acidificação
Nutrificação Total de macro-nutrientes como unidade de equivalência para o Potencial de Nutrification
Fonte: UNEP (2003)
 
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Infográfico do Ciclo de vida de um produto e seu impacto por Design ao Vivo Designer Gaby Emmerich 2014

 

Transformando em projeto de Ecodesign, neste inventário importa os dados apresentados para tomada de decisões estratégicas tanto com vistas ao futuro quanto a análise de um ‘retorno ao passado’, no sentido de reintegração de elementos da natureza e da sociedade.

 

  • Inovação: a ACV é realizada para avaliar o impacto ambiental de melhorias de produtos, desenvolvimento de produtos ou inovações técnicas.
  • Planejamento estratégico: O estudo de ACV é realizado para avaliar o impacto ambiental de cenários estratégicos;
  • Comparação: O estudo de ACV é realizado para avaliar se um produto ou sistema atende certos padrões ambientais, ou se é ambientalmente mais correto do que outro produto ou sistema;
  • Afirmação comparativa divulgada ao público: O estudo de ACV tem como objetivo fornecer uma declaração ambiental a respeito da superioridade ou equivalência de um produto versus um produto concorrente que realiza a mesma função;
  • Promover a concepção de novos produtos;
  • Analisar as origens dos problemas relacionados a um determinado produto e propor melhorias

 

 

Paola se deteve em seus estudos na Itália, do ACV aplicada a sociedade, parte mais atualizada da metodologia sobre os impactos sociais gerados por uma produção, área mais nova de pesquisa na Europa, aos poucos sendo adaptada as configurações brasileiras.

 

 

A palestra sobre ACV dá continuidade à série de palestras abertas do Programa de Especialização em Ecodesign, ligando as cenas atuais motivadas a diagnóstico da realidade, para dar a base para construção de cenários futuros.

No  dia 2 de abril  foi realizada a palestra “Energia Fotovoltáica e Carros Elétricos”, com a presença do professor Luis Maccarini, Engenheiro Eletrônico, especialista em sistemas de Geração Fotovoltaica e Veículos Elétricos.

Luis falou sobre as vantagens da energia solar: a aplicação, a facilidade de construção de painéis, o custo que se dissolve com o tempo, o aquecimento de água, aquecimento de interiores, além da conversão de energia em luz/iluminação. Outro aspecto potencial é a possibilidade de doar energia para o sistema da servidora estadual, permitido pela ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica, por sistema de compensação de energia, da resolução normativa 482.

Além disto, Maccarini que é um entusiasta das atividades da engenharia a favor da mobilidade nas cidades, a sustentabilidade ao acesso de todos, demonstrou uso em projetos de construções construção civil, aplicação em escolas de educação alternativa em Porto Alegre, Viamão e Florianopolis, e obras de todos os tipos e transporte, com dados estatísticos do benefício para o planeta! e para o bolso do usuário….

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Luis Maccarini em palestra na Uexp, no Programa de Ecodesign em abril de 2015

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Público privilegiado falando sobre Energia Fotovoltaica e automotiva

O ÓCIO É UMA ARTE

 

 

Por Rafael Souza

Como você lida com o ócio?

Seria o ócio a arte de equilibrarmos dinamicamente a nossa relação com o mundo?

Segundo De Masi, a espécie humana passou por diferentes transformações: “da atividade física para a intelectual, da atividade intelectual de tipo repetitivo à atividade intelectual criativa, do trabalho-labuta nitidamente separado do tempo livre e do estudo ao “ócio criativo”.

O próprio conceito de sucesso, abordado pela agência Box 1824 em seu vídeo “All work and All Play, vem evoluindo e trazendo reflexos de um resgate a cultura do “Ócio Criativo”, defendido por De Masi. O vídeo que faz referência à geração y, não como uma faixa etária e sim como uma tendência, destaca que o profissional deste novo momento da sociedade já não se contenta com a estabilidade das empresas ou com o crescimento meritocrático. O sucesso agora se vive no dia-a-dia, nos diferentes estímulos e aprendizados, nas inúmeras possibilidades de fazer novas conexões e dar luz ao projeto da sua vida, é preciso se trabalhar com paixão.

Assim como já se viviam, e ainda se vivem muitas comunidades rurais ao redor do mundo, as atividades voltaram a se misturar. A busca pelo prazer no fazer se torna uma constante. Não basta mais trabalhar para ganhar dinheiro, para se viver o lazer. Hoje se vive a busca pelo lazer, pelo bem estar no trabalho, o que traz consigo novamente a reflexão sobre como vivemos a nossa vida, sobre que trabalho traz sentido a nossa existência e atende as nossas necessidades, sejam elas individuais ou coletivas.

A era pós-industrial abriu um campo imenso de possibilidades para que a nova sociedade se volte para si, para pensar em como estamos trilhando nosso caminho, nossa jornada individual e coletiva. Como encontramos este equilíbrio dinâmico entre o viver pra mim e o viver para o mundo? Ou melhor, como eu posso viver estas duas facetas da existência ao mesmo tempo?

 

Sem título

 

Para De Masi, “quanto mais a natureza de um trabalho se limita à mera execução e implica puro esforço, mais ele se priva da dimensão cognoscitiva (área 2 segundo esquema acima) e da dimensão lúdica (área 3). Esta é a situação infeliz que no esquema corresponde à área 1.  Existem porém, trabalhos que desembocam no jogo, como, por exemplo, o de uma equipe cinematográfica que se diverte na filmagem de um filme cômico (área 4);  e existem trabalhos que se misturam com o estudo, como o de uma equipe de cientistas realizando um experimento (área 5). Contudo, a plenitude da atividade humana é alcançada somente quando nela coincidem, se acumulam, se exaltam e se mesclam o trabalho, o estudo e o jogo (área 7);  isto é, quando nós trabalhamos, aprendemos e nos divertimos, tudo ao mesmo tempo”.

O “ócio criativo” é, portanto, a arte do equilíbrio, a alquimia entre o trabalho, aprendizado e o lazer. Para se atingir este estado, antes de tudo, demanda de um processo de auto reflexão,  em saber reconhecer aquilo que nos traz bem estar, nos coloca no presente e nos permite  experienciarmos a vida e as nossas atividades com tamanha profundidade, ao ponto em que, como diz um velho conto Zen, citado pelo autor, passe a almejar  simplesmente, “a excelência em qualquer coisa que faça, deixando aos demais a tarefa de decidir se está trabalhando ou se divertindo. Ele acredita que está sempre fazendo as duas coisas ao mesmo tempo.”.

E você, como equilibra a sua relação com o mundo?

 

 

Quer saber mais sobre o Workshop ÓCIO CRIATIVO, que estará acontecendo de 13 à 18 de Outubro em Curitiba?

Acesse nossa página no Facebook e saiba mais!

Referências:

COSTA, VANESSA. Resumo do livro: O Ócio Criativo. UFSC, 2003.

DE MASI, DOMENICO. O Ócio Criativo. Editora Sextante. Rio de Janeiro. 2000

All work and All Play. Box 1824. Brasil 2012. Disponível em: http://vimeo.com/44130258

Ocio Criativo

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O que vc faz em seu tempo livre?

Criatividade é palavra chave, que às vezes falta em nossa vida. Aliás, desenvolver rotinas é tudo o que não queremos, e quando percebemos, é ali que estamos, automatizados. O que é isto que nos faz ver as coisas com ‘normalidade’…ou normose, como cita Pierre Weil?
Que dificuldade é esta de romper com o sentimento de naturalidade que nos impede de imaginar mundos diferentes de ser e viver?

Curso com atividade vivencial: sensibilização pela manha, métodos e praticas à tarde, reflexões à noite. Atividades corporais leves, ativação dos sentidos, experimentação com pintura e materiais, caminhada sensorial na floresta, trabalho individual e dinâmica em grupo colaborativo.

Programa:

O CRIATIVO
O imaginário e o concreto
Teoria e prática
Bloqueio à criatividade
O jogo e o aprendizado
Experiência
Valor e apreciação
Riqueza
Sensibilização dos sentidos, [corpo, audição, observação, paladar e olfato]
Inspiração
Geração de conceitos
Métodos criativos
Autogestão
Co- criação
Cenários

 

Coffee break pela manhã e tarde. Almoço livre na região de Santa Felicidade

Curso livre: 60 hr


Público: criativos, designers, publicitários, artistas, escritores, empreendedores, cineastas

Data: de 13 à 18 de fevereiro
horário das 8h30 às 22h00

Onde: Estação Ambiental Airumã
Avenida Fredolin Wolf, 3539 – Pilarzinho, PR

Investimento: 552,00
PROMOÇÃO: 503,00 [até 02 de fev]

Formas de pagamento:

– 552,00 – 4 x de 138,00 no cartão crédito

[podendo estender até 06 vezes com acréscimo – feito com a maquineta móvel, agendar data, horário e local de pagamento através do do cel 41.88189989]

– 600,00 – 12 x 50,00 pelo Eventioz

[solicite o link com o botão para este acesso]
– a vista 503,00

[possibilidade de pagamento à vista somente até o dia 02 de fevereiro na forma de depósito bancário]

Banco Itau Ag 1656   I   31417-4  l  Cnpj 02.357467/0001-50    I    MARIA BERNADETE BRANDÃO – ME

 

Contato para tirar dúvidas:

contato@designaovivo.com.br ou

– 041 99530324 – com Rafael Souza

– 041 9627 1914/o41 88189989 – com Bernadete

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palavras chaves:
tempo livre . inspiração . colaboração . conexão . conversas significativas . circulação . estímulo . inteligência coletiva . iniciativa

Como educar para mudar a atitude do consumidor

Ai é que sentimos a importância da Comunicação e da Educação para o consumo consciente.

Por Bernadete Brandão

 

8980_10152618653502991_8196431301409875792_n Eis que pessoalmente entro numa escola de ensino fundamental reconhecida de Curitiba para votar no dia das eleições e olha o que vejo na janela da cantina? Uma pequena frase de estímulo ” Consumo consciente: Respeito à sociedade e ao meio ambiente”. Que tal?  Por trás está um balcão lotado de junk food, com embalagens de plástico aluminizado. Bem, fiquei sem palavras. Tudo de bom e saudável que podemos ensinar a crianças fica muito prejudicado quando não há o cuidado e a coerência necessária para esta mudança.

[claro, buscando ser ética, mas sem perder a oportunidade, escondi cuidadosamente a marca da escola, pois não há sentido em expor o equivocado].

Como fazer para ensinar crianças e adolescentes a terem uma ‘boa atitude’, e quais seriam estas, diante da ambiguidade atual? Onde os termos usados ‘sustentabilidade’, ‘responsabilidade social’ e outros são defendidos dentro de uma lógica capitalista, estimulando exatamente o contrário e com sentido duplo…

 

Por pesquisa realizada pela agência inglesa Futura, há três tipos de consumidores, no comportamento em relação a consumo e a atitude sustentável [informação bem útil pra quem realiza projetos ecosustentáveis e planeja a publicidade destes eco-produtos:

1- PIONEIRO: este consumidor conhece o assunto, tem iniciativa, busca pela informação, experimenta o novo, explora as possibilidades, tem compromisso com o impacto que gera. [em 2008 era cerca de 8% da população mundial, em pesquisa realizada em mais 80 países, há variações de acordo com o desenvolvimento]. A imagem se refere aos desbravadores, que saíram de seus países em busca de novas terras e de um mundo novo.

2- EXTRATIVISTA: este consumidor quer ganhar vantagens em sua compra, seja monetária, ou de oportunidade. Propriamente não se preocupa com o meio ambiente, e o social e nem o modo de como são obtidas as coisas. A imagem se refere aqueles que, após saberem de novas terras, se arriscavam para tirar vantagens e fazer riqueza pessoal]

3- SEGUIDOR DE TENDÊNCIA: este é aquele que segue a moda, propriamente não tem opinião própria, mas tendências, que precisam ser afirmadas por ídolos. A exemplo de sua majestade, a rainha da Inglaterra, que colocou em 2008 centrais solares no castelo para economia de energia, e a população ‘copiou’ sua atitude em massa. Até mesmo, a ‘posição das placas’ solares em relação ao imóvel, muitas vezes sem levar em conta a posição do sol…

Conhecendo esta informação, como podemos trabalhar com ela, estimulando corretamente o consumo, de crianças e adultos?

Informações atuais trazidas para o curso Programa de Ecodesign pelo Prof. Msc. Márcio Dupont sobre Consumo Consciente:

– Na Europa, os números da pesquisa sobre Consumo, mostra maior engajamento à atividades sustentáveis em 18% de Ativistas, compreendendo o grupo de Engajados, Responsáveis e Preocupados, que tem como característica serem profundamente comprometidos, e portanto, exigem do mercado [empresas de produtos, comércio e serviços] qualidade na informação e evidência sobre a confiança; há o grupo de Otimistas, em 21%, os quais são compromissados e aspiram sentir-se bem – compreende o grupo de pessoas interessadas, confiantes e as que seguem a moda e as tendências. Ou seja, quase quarenta por cento destes consumidores estão ativos no consumo que protege, que preserva, que cultiva o meio ambiente e as comunidades produtoras ligadas a atividades sutentáveis.

Já a realidade do consumo no Brasil está distinta, em 2005, o consumo de produtos orgânicos e sustentáveis e atitude em relação à energia, combustível, lixo, reciclagem e outros, tinha 7% de engajados e conscientes, e este número diminuiu para 5% em 2009, e permanece assim até hoje.  Assim, uma das formas de atingir adultos e crianças seria mostrando ao próprio consumidor brasileiro como está a sua ação atual de consumo, comportamento e atitude em relação às diversas questões relacionadas a consumo, impacto social e ambiental, onde começa um ciclo virtuoso de consumo, com objetivos de preservar e circular produtos sustentáveis.

A Akatu chegou ao seguintes tipos de consumo: indiferentes, iniciantes, engajados e conscientes

“Esta é uma ferramenta que permite avaliação e tomada de consciência para a transformação de hábitos. Isso é essencial para provocar a mudança na direção de estilos mais sustentáveis de vida”. Que tal vc fazer um teste agora mesmo? http://www.akatu.org.br/Temas/Consumo-Consciente/Posts/Instituto-Akatu-lanca-nova-plataforma-para-o-Teste-do-Consumo-Consciente
<acesso em 12 de janeiro de 2015>
Olha só o resultado do meu teste de consumo: http://tcc.akatu.org.br/index/img?url=facebook%2Fperfil-consciente.png

O outro modo  é disseminar ações necessárias pra adquirirmos a condição de sustentar as ações positivas, e são elas:

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Vamos divulgar? abraço

Sobre o Mercado e Consumo…estruturando a mudança

Como o consumo poderia repercutir positivamente com o planeta e o social?

por Bernadete Brandão e Rafael Souza

 

Vc sabia que no Brasil, apenas 5% dos consumidores são conscientes?  Na Europa, os números da pesquisa sobre Consumo, mostram maior engajamento: 18% de Ativistas, compreendendo o grupo de Engajados, Responsáveis e Preocupados, que tem como característica serem profundamente comprometidos, e portanto, exigem qualidade na informação e evidência sobre a confiança; há o grupo de Otimistas, em 21%, os quais são compromissados e aspiram sentir-se bem – compreende o grupo de pessoas interessadas, confiantes e as que seguem a moda e as tendências. Ou seja, quase quarenta por cento destes consumidores estão ativos no consumo que protege, que preserva, que cultiva o meio ambiente e as comunidades produtoras ligadas a atividades sustentáveis.

E então, sentimos a grandeza e importância de trazermos atividades, projetos, serviços e produtos eco-sustentáveis, objetivo principal do curso Programa de ECODESIGN, como uma forma de ativar um ‘círculo virtuoso de produção e consumo’ e oferecer ao consumidor oportunidade de participar positivamente através de seu ato.

Após os módulos de Ferramentas em Ecodesign e Inovação Social, quando pudemos refletir sobre diferentes metodologias para identificar grupos inovadores e desenvolver estratégias de inovação para a sustentabilidade, contamos com toda a experiência do mestre em Design de Produtos Sustentáveis e pesquisador em Design Universal e para a Saúde, Márcio Dupont, facilitando o módulo 6 do Programa de Ecodesign: O Mercado e O Consumo.

Grupo de aula com Márcio Dupont na Loja Album Hits. Participando em nós mesmo a mudança de consumo: Café compartilhado enriquecendo a todos

Grupo de aula com Márcio Dupont na Loja Album Hits. Participando e sendo nós mesmos a mudança de consumo: Café compartilhado enriquecendo a todos

Neste módulo tivemos a experiência criativa em dois novos espaços! Durante a quinta e sexta a noite fizemos uma transformação na Loja Álbum Design Hits, da nossa querida aluna Gabi Garcez e seu companheiro Vinicius, em sala de aula. No sábado foi a vez de compartilharmos o belo espaço da aluna Manuela Lamego, para concluirmos o nosso módulo!

Marcio separou sua aula em 3 momentos, conceituando primeiramente o Design propriamente dito e as qualidades intrínsecas, destacando que originalmente, o social e meio ambiente sempre fizeram parte dos métodos, dentro da perspectiva da sustentabilidade e da universalização do acesso à área, para posteriormente falar sobre Mercado, citando e aprofundando as questões referentes à sustentabilidade nas empresas e projetos, apresentando modelos inadaptáveis, e também os adequados, a exemplo do mercado ético e responsável – o Fair Trade, bem como a sustentabilidade interna e externa das empresas, e como a prática do Ecodesign pode contribuir e promover o alinhamento.

No sábado, para concluir a facilitação de nosso professor, trabalhamos a o Consumo visando a sustentabilidade, em formas de comunicação para o consumo consciente – usando por exemplo, a História do Produto’, a rastreabilidade de produtos e selo, círculo virtuoso de consumo, entre outros conceitos que vem trazendo forma e estrutura para o desenvolvimento do Mercado de Consumo Sustentável.

Além disto, para fechar o módulo 6, fizemos um processo de produção criativa para construirmos, colaborativamente, nossa obra para participar da seleção Bienal de Florianópolis, que será realizada em Maio de 2015.

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Da esquerda para a direita, Márcio ensinando com despojamento na loja Album Hits, da designer de moda  Gabi Duarte e no escritório da designer de interiores, Manuela Lamego.

Agora, continuaremos trabalhando todos os novos conceitos percepções do Ecodesign em nossas tutorias, enquanto nos preparamos para o módulo 7 de nosso programa: Economia e Ecodesign!

 

DESIGN UNIVERSAL …. PARA TODOS!

“O Design é a ponte que une o nosso presente insustentável com o nosso futuro comum sustentável, e deve sempre ter uma atitude inovadora quebrando conceitos ultrapassados e também criando novos paradigmas de acordo com uma nova existência humana mais consciente e respeitosa com o Planeta Terra.”

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Aproveitando sua passagem por Curitiba, o Designer Marcio Dupont, além de conduzir o módulo 6 do Programa de Ecodesign, vai aproveitar também para facilitar o workshop Design Universal, onde vai falar sobre diferentes temáticas relacionadas a design, sustentabilidade e inclusão social.

Segundo Marcio existe uma necessidade de um aprofundamento no entendimento do que é o Design Universal, quase sempre entendido com foco apenas no âmbito arquitetônico, não contemplando os benefícios gerados pelo Design Inclusivo aplicado ao design de produto e ao design gráfico.

“Um dos objetivos primordiais do design é proporcionar qualidade de vida a todos, sem exceção. Entretanto, parece que essa qualidade de vida é apenas um direito dos usuários sem deficiência ou dos usuários jovens e saudáveis.”

Dentro desta temática, Marcio vai falar também sobre a importância das empresas perceberem o crescimento deste mercado, que deve ser explorado e contemplado de maneira cada vez mais importante.

“Se o tema da inclusão ficar marginalizado e não permear os eventos como uma diretriz central e orientadora, o país perderá uma oportunidade única de começar a construir, com sucesso e consciência, uma futura sociedade sustentável.”

O Designer Marcio Dupont acredita que o Design no século 21 deve ser percebido como uma poderosa ferramenta para a educação meio-ambiental da sociedade, assim contribuindo para escolhas mais saudáveis para a construção de uma sociedade sustentável.

Uma ótima oportunidade para empreendedores das mais diversas áreas, que pretendem potencializar seus projetos e inovar no mercado de produtos e serviços que contemplem de maneira profunda a sustentabilidade bem como o acesso universal do mercado consumidor.

A palestra será na PUC, no dia 08 de outubro, quarta feira, às 19h00, na SALA D 12 – Bloco 2, e será gratuita, e workshop ocorrerá no Escritório Verde da UTFPR nos dias 09 e 10, das 14h00 às 17h00

 

 

Valor da palestra: entrada franca

 

Valor do workshop:R$ 180,00*

<a href=”https://eventioz.com.br/e/design-universal-design-ao-vivo/registrations/new?from_button=yes&source=orevib&utm_campaign=or_design-universal-design-ao-vivo&utm_content=integrated_button&utm_medium=integration_tool&utm_source=eventioz” target=”_blank”><img src=”https://eventioz.com.br/e/design-universal-design-ao-vivo/promotion_button.png?size=large&content=Inscrever-se+agora&from=FF8000&to=E97500&font=FFFFFF” alt=”Eventioz – design-universal-design-ao-vivo”></a>

 

*Consulte descontos especiais e formas de parcelamento.

 

Maiores informações: contato@designaovivo.com.br ou 9627-1914 (TIM) | 88189989 (VIVO)